quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Uma história ... Tantas vitórias!!!

Como tudo começou


É tão bom servir ao Senhor!!! Isso porque Ele nos permite alcançar vitórias que nem almejamos. Foi o que aconteceu comigo!!!
Desde criança, sonhava em atuar na área da saúde. Ser médica, dentista, enfermeira, o que se tratasse da área de saúde me interessava. Sempre estudei nos melhores colégios de minha cidade natal. Quando ainda com 2 aninhos, fui para minha primeira escola. Sempre fui uma criança pra frente, pouco falei errado e, quando falava, não admitia que alguém risse.
“Você está debochando de mim?” era o que a pirralha de dois anos aqui endagava quando alguém ria quando eu dizia “Fafá Mibelemi” (Fafá de Belém) e "michula” (mNegritoochila).
No meu primeiro dia de aula no maternal do Jardim de Infância Patinho Feliz, me deparei com centenas de mamães que, aproveitando a oportunidade que as professoras davam, estavam no pátio da escola aguardando o primeiro choro de seus pequeninos para levá-los de volta para casa. Até as crianças se acostumarem com o novo ambiente, as mães podiam ficar na escola.
Minha mãe, lógico, estava aguardando meu choro, só, que para sua decepção, quando ela pôs o rosto na janela da sala em que eu estava para, com apenas um olhar, me dizer:
“olha, filha, mamãe tá aqui!“, eu olhei para ela e disse bem baixinho: “mãe, vai embora! Pode ficar aí não, a tia briga!”. Sabe aquele episódio do Chaves: “Vai o cão arrependido, com suas orelhas tão fartas, com seu osso roído e com o rabo entre as patas“? Pois foi exatamente assim que minha mãe voltou pra casa, mas com certeza feliz pelo orgulho de sua filha ser a única a não chorar.
Nesse jardim de infância, ainda aos 2 anos, eu levei um tombo tão feio que abri o queixo ao bater com o mesmo na quina da escada. Minha mãe estava grávida de 2 meses e, ao me ver daquele jeito, toda ensanguentada, levou um baita susto. Não demorou muito para ela sofrer um aborto espontâneo. Daí em diante, foram alguns outros sustos. Ainda aos 2 anos, eu tive uma catapora tão agressiva, que foi preciso fazer uma microcirurgia a sangue frio para drenagem, pois minha testa era uma bolsa purulenta tão pesada que cobria minhas vistas. Logo eu que, nessa época, era fissurada em Michael Jackson e no Clube do Bolinha tinha um quadro de covers do próprio. Eu não podia, sequer, escutar uma música dele que perdia o controle. Nessa época de catapora foi preciso meus pais manterem a TV desligada para que eu não sentisse vontade de ver, já que não podia. Passei por maus bocados.
Do Patinho Feliz fui para o Colégio Santo Antônio. Quem é de Caxias sabe que é o melhor e mais rigoroso instituto de ensino da cidade. Também ,colégio de freiras!!! Foi uma época maravilhosa de minha vida. Claro que alguns lances indesejados aconteceram, como quando a professora de matemática me bateu porque eu errei uma continha de dividir. Ora, eu estava na terceira série, pela primeira vez fui para recuperação (não pq não estudei, mas por problemas familiares sérios) e, no auge do meu nervosismo ela queria exigir perfeição!? Putz, a reguada doeu pacas!!! Foi daquelas réguas de madeira de 50 cm. Lascou-a na minha mão direita. Como doeu!!! Levamos isso à diretora que tomou suas providências. A professora com raiva, para se vingar, me reprovou.
Dali eu passei a não mais ver o colégio com tanto carinho que via, e fiquei desgostosa. Empurrei meus anos letivos até a sexta série com a barriga, mas reprovei. Minha mãe me tirou de lá e me pôs em um colégio que aceitava dependência. Fui para o Colégio Duque de Caxias (Centro Educacional Eli Combat). Ali eu aloprei, fiz tudo o que um projeto de freira quer fazer e não pode dentro dos limites, claro! Nunca me deixei levar ao extremo do absurdo. Dei dor de cabeça aos meus pais. Minha mãe até hoje diz que foi a pior coisa que ela fez na vida: me transferir para aquele colégio. Não pelo colégio, mas pelas companhias que eu adquiri.
Do Duque, fui fazer o 2º grau no Colégio Alfa. Esse é o colégio a nível de ensino médio mais conceituado da cidade. Ah!!! Se eu desse valor logo de primeira instância!!! Aprontei tanto que reprovei o 1º ano. No 2º ano passei raspando. No pré-vestibular, peguei gosto pelos estudos. Fiz um simulado de preparação de carreira. Queria fazer um para Fonoaudiologia, era o que eu queria fazer para trabalhar na perícia e me especializar na técnica Forese. Não tinha simulado para essa área, aliás, para biomédica só tinha Medicina. Fiz … fiz sem nenhum crédito de boa nota. Quando chegou o resultado… (tã, tã, tã, tã) … nível B de acertos… Nossa!!! Para quem não acreditava que chegaria a nível F, alcançar o B foi praticamente um “A”. Fiz a prova do Enem e passei como décima nona colocada no Brasil. Que evolução!!! Rapinho entrei para faculdade. Fiz Fisioterapia e hoje, sou fisioterapeuta (lógico, não tem como fazer Fisioterapia e sair de lá uma advogada!)

CONTINUA …

Quem é Milly Almeyda


OUÇA A CANÇÃO TEMA DESSE POST:
Alguém (Fernanda Brum)

Quem é Milly Almeyda?

NOME: Milena Almeyda da ConcNegritoeição e Santos
IDADE:
27 anos
ESTADO CIVIL:
casada
FILHOS?: não
NASCIDA EM:
Duque de Caxias/RJ
VIVE EM:
Maricá/RJ
PROFISSÃO:
Fisioterapeuta
RELIGIÃO:
Cristã Protestante
LIVRO DE CABECEIRA:
A Bíblia Sagrada
MÚSICA:
Todas da Fernanda Brum e "O que dizer" (Toque no Altar)
CANTOR (a):
Fernanda Brum
MAIOR META: Ir pro Céu
AMOR DE SUA VIDA:
Jesus Cristo e Thiago José dos Santos e Santos
MISSÃO: Ministrar louvores ao Senhor
HOBBY: Ler, escrever e ver TV
MAIOR QUALIDADE: Servir ao Senhor
MAIOR DEFEITO:
Curiosidade
FRASE:
"Sonhar com Deus é a mais pura realidade"